Sunday, April 02, 2006

E finalmente os vencedores...

Como o bU bem disse, a quantia ganha no euromilhões foi a minha mentira de dia 1 de Abril... fica de qq maneira registado, que se alguma vez ganhar, pago a tão desejada visita a Praga e a Liverpool. Por agora o melhor que posso fazer é deixar-vos este link para Praga e este para Liverpool e algumas imagens.



Praga

Liverpool

Saturday, April 01, 2006

Boas Notícias

Ontem...( eu que não costumo ter muita sorte neste tipo de coisas ) ganhei uma quantia considerável no euromilhões :). As duas primeiras pessoas a comentarem este post ganham um fim-de-semana em qq cidade da europa à sua escolha.

Hoje sinto-me assim... uma "mãos largas" :)

Friday, March 31, 2006

Lost

Isto era o post original, mas depois o ryder lá colocou alguma coisa :P

"24 de março, a última vez que alguém escreveu qq coisa aqui... visitantes devem abrir este blog e pensar que já foi abandonado... Ryder: não tens ido ver filmes? não queres espetar aqui umas letras de canções ou argumentos para preencher "lacunas" ? Ficaste maravilhado com o "puro génio" dos queen... e ficaste sem inspiração para escrever aqui qq coisita.
bU: foste multado, tiveste de largar 60 euros à emel, é chato eu sei... uma vez larguei 90 e tive de andar a telefonar à dita empresa para saber onde me tinham "guardado" o carro... mas podias contar aqui as tuas aventuras com a emel, as tuas novidades... o que achaste do "Dirty Dancing"... :)
Já repararam no fenómeno "Lost"?
A minha família directa ( com excepção do meu pai ) anda completamente viciada naquilo. Quando souberam que eu tinha a second season até ao episódio 11 até gritaram... e estilo cartoon os olhos quase que saiam das órbitas... "Tens de nos arranjar isso" ( A sério que cheguei a ter medo... nunca tinha visto a minha mãe assim ). Nos dois dias que levei a fazer as devidas cópias, recebia telefonemas a perguntar se tudo estava a correr bem e se precisava de alguma coisa...nem doente a atenção era tanta. Na altura da distribuição da "droga" foi o tempo de me arrancarem os cd's e desaparecerem durante horas para saciar o vício... Esta segunda série é composta por 16 episódios, já consegui arranjar até ao 15. Infelizmente, quando gravei os episódios 12 e 13, 14 e 15, enganei-me e gravei o 11 e o 13... nem 5 minutos depois de ter largado a mercadoria, já recebia queixas... "Falta o 12, não posso seguir sem ver o 12... quando é que podes corrigir isto... " notava-se tensão na voz... é impressionante..."

Violência gratuita


O novo filme de David Cronenberg, “A History Of Violence”, é um retrato cru do que é uma escalada de violência e dos efeitos que a mesma pode ter na vida de alguém. Mas é um retrato diferente, feito de um misto de vários componentes como a piada simples e a ironia subtil, o amor do pequeno toque e o sexo bruto, a violência gráfica e a violência “apenas” implícita. Cronenberg é um excelente realizador com uma visão muito própria e prova-o nesta adaptação de uma “graphic novel”. Viggo Mortensen, aqui bem longe do registo que o celebrizou como Aragorn, está bem no papel principal tal como Maria Bello, mas é a William Hurt que cabe brilhar em apenas 10m, que lhe valeram uma justíssima nomeação. Nomeado foi também o argumento, que lança algumas questões interessantes. Resumindo, mais um filme a ver e mais uma prova de que 90% das nomeações para melhor argumento justificam a ida ao cinema.

Friday, March 24, 2006

Puro génio

Juntamente com o filme abaixo falado, chegou-me o DVD do Making Of de “A Night At The Opera”, dos Queen, considerado um dos melhores álbuns de sempre. Assim que cheguei a casa aproveitei para ver o DVD e só posso dizer que é algo que deve, perdão, TEM DE ser visto por todos aqueles que gostam realmente de música e que gostam de a estudar ao pormenor nunca ignorando o produto final. Se é verdade que eu sou um pouco suspeito pois considero que os Queen foram, são e serão a maior banda do planeta, não deixa de ser impressionante ver onde se pode chegar quando se dá liberdade criativa a quem é genial. Da forma leve e divertida como surge “Seaside Rendezvouz” à agressividade do rock em “I’m In Love With My Car”, do recado bem directo ao antigo manager em “Death On Two Legs” à surpreendente destinatária de “Love Of My Life”, da guitarra trabalhada para soar como uma orquestra em “In Good Company” à viagem espacial retratada em “’39”, do jogo de vozes que vem de um sonho de Brian May em “The Prophet Song” à leveza nostálgica de “Lazing On A Sunday Afternoon”, terminando na pura genialidade criativa demonstrada em “Bohemian Rhapsody”, aquela que foi eleita em várias votações a musica do Século XX. É impossível passar ao lado daquele que foi um groundbreaking album em vários aspectos, como o facto de ter um single de seis minutos com secções de ópera e rock misturados ou o videoclip que fugia ao habitual na altura (que passava por filmar a banda a tocar). Imperdível!

The Hacker’s Manifesto

Estava a conversar com o bU sobre o facto de ter encomendado o DVD do “Hackers” (um filme de culto no meio, que embora esteja longe de ser factual, faz um bom trabalho no que toca a transmitir o que é o espírito Hacker) na Amazon, quando fui ao sempre fiável IMDB. Lá fui espreitar as quotes do filme (algumas são excelentes) e encontrei uma parte do “The Hacker’s Manifesto” que é lida numa determinada cena. Nunca tinha tido a curiosidade de ir ler o manifesto na sua totalidade, mas após esta conversa lá fui eu ao Google e descobri que foi escrito em 1986 (já fez 20 anos!) por um Hacker conhecido como “The Mentor” que tinha acabado de ser preso. Aqui fica, pois achei um texto bastante interessante.


\/\The Conscience of a Hacker/\/
by
+++The Mentor+++
Written on January 8, 1986

Another one got caught today, it's all over the papers. "Teenager Arrested in Computer Crime Scandal", "Hacker Arrested after Bank Tampering"...
Damn kids. They're all alike.

But did you, in your three-piece psychology and 1950's technobrain, ever take a look behind the eyes of the hacker? Did you ever wonder what made him tick, what forces shaped him, what may have molded him?
I am a hacker, enter my world...
Mine is a world that begins with school... I'm smarter than most of the other kids, this crap they teach us bores me...
Damn underachiever. They're all alike.

I'm in junior high or high school. I've listened to teachers explain for the fifteenth time how to reduce a fraction. I understand it. "No, Ms. Smith, I didn't show my work. I did it in my head..."
Damn kid. Probably copied it. They're all alike.

I made a discovery today. I found a computer. Wait a second, this is cool. It does what I want it to. If it makes a mistake, it's because I screwed it up. Not because it doesn't like me...
Or feels threatened by me...
Or thinks I'm a smart ass...
Or doesn't like teaching and shouldn't be here...
Damn kid. All he does is play games. They're all alike.

And then it happened... a door opened to a world... rushing through the phone line like heroin through an addict's veins, an electronic pulse is sent out, a refuge from the day-to-day incompetencies is sought... a board is found.
"This is it... this is where I belong..."
I know everyone here... even if I've never met them, never talked to them, may never hear from them again... I know you all...
Damn kid. Tying up the phone line again. They're all alike...

You bet your ass we're all alike... we've been spoon-fed baby food at school when we hungered for steak... the bits of meat that you did let slip through were pre-chewed and tasteless. We've been dominated by sadists, or ignored by the apathetic. The few that had something to teach found us willing pupils, but those few are like drops of water in the desert.

This is our world now... the world of the electron and the switch, the beauty of the baud. We make use of a service already existing without paying for what could be dirt-cheap if it wasn't run by profiteering gluttons, and you call us criminals. We explore... and you call us criminals. We seek after knowledge... and you call us criminals. We exist without skin color,
without nationality, without religious bias... and you call us criminals.
You build atomic bombs, you wage wars, you murder, cheat, and lie to us and try to make us believe it's for our own good, yet we're the criminals.

Yes, I am a criminal. My crime is that of curiosity. My crime is that of judging people by what they say and think, not what they look like. My crime is that of outsmarting you, something that you will never forgive me for.

I am a hacker, and this is my manifesto. You may stop this individual, but you can't stop us all... after all, we're all alike.


+++The Mentor+++

Para que esteja na dúvida sobre o que é um Hacker, ou porque é que (na minha opinião) ser Hacker não tem nada de errado, sugiro a leitura deste site, com uma boa discussão sobre Hacking vs Cracking.

Tuesday, March 21, 2006

Monday, March 20, 2006

Questionário Perfeito!

Your Theme Song:

"Bohemian Rhapsody", Queen

'What is your theme song?' at QuizGalaxy.com

Com o devido agradecimento à El_Olive (juro que não fiz batota!).

Uma história americana

Eu sei que a situação que vou relatar é tipicamente americana, mas penso que é merecedora de ser mencionada. É uma demonstração clara de onde se pode chegar quando se acredita nas próprias potencialidades. Jason McElwain tinha sido diagnosticado como autista aos dois anos. Apenas começou a falar aos cinco, mas sempre mostrou ser alguém com força de vontade forte, e com uma auto-confiança que surpreendia os que o rodeavam. Sempre adorou Basketball e quando chegou ao liceu tentou por mais de uma vez entrar na equipa. Mas, fosse por ser mais baixo ou por não ter todas as qualidades necessárias, nunca conseguiu ganhar um lugar. O treinador da equipa, sabendo do empenhamento de Jason chamou-o para ajudar, fosse para anotar as estatísticas nos jogos, ajudar nos treinos ou qualquer outro modo de participar e ajudar. Chegando ao último jogo do campeonato, com a posição na tabela já definida, o treinador convocou Jason, o que fez com que o pavilhão enchesse, já que Jason era um dos rapazes mais populares na escola pelo seu feitio prestável e boa disposição constante. A quatro minutos do fim e com praticamente 20 pontos de avanço, o treinador fez entrar Jason, o que por si só criou entusiasmo na plateia. Depois de falhar os 2 primeiros lançamentos, Jason marcou 20 pontos em 3m, entre os quais seis lançamentos triplos, para delírio nas bancadas. Vejam o vídeo aqui e leiam a história aqui, se vos interessar.
Já se fala em filme da Disney (seria de esperar outra coisa?), mas Jason agora só diz que quer entrar na faculdade.

Friday, March 17, 2006

Um desafio é um desafio ( 3 )

Desafiado pela Papoila do orvalho para pirilampos vejo-me “obrigada” a participar numa espécie de “corrente de blogs”. Passo a explicar:«Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogs aviso do ‘recrutamento’. Ademais, cada participante deve reproduzir este ‘regulamento’ no seu blog.»

Eu já tinha colocado as minhas manias no comentário ao post do ryder, mas como um desafio é um desafio, perdoem-me o copy paste... mas tem de ser :P

1- não conseguir dormir com as orelhas destapadas.
2- posso andar descalça, mas sempre com meias, não suporto andar sem nada nos pés.
3- não gostar que toquem quando querem passar, basta pedirem "com licença"
4- chamar-me tocando com o "dedo indicador" no ombro ou no braço... as pessoas têm nome, usem-no.
5- deixar sempre qq coisa no prato, ou no copo, já conhecido pelo "sujo

Não me lembro de ninguém para desafiar... "sowy"

Etiqueta



Achei isto tão bom que tive de partilhar convosco...

Thursday, March 16, 2006

Momento único...

Existem momentos na história de um país que têm o condão de mudar a vida de todos aqueles que tiveram a sorte ou o azar de os presenciar. No complexo mundo musical português, não foram muitos os momentos dessa importância. Talvez o aparecimento de António Variações, a Amália a actuar no Olympia, a tournée dos Madredeus pela Ásia sempre com lotações esgotadas e mais alguns momentos que agora não me recordo (não serão muitos, que o nosso mundo musical é algo limitado).
Mas há um momento inesquecível, daqueles que fica gravado na mente das pessoas como uma marca no lombo de uma vaca, que fica para a história como ficou o bigode do Hitler, que faz sentir uma necessidade de rir e chorar em simultâneo, devido à grandeza e importância do momento e aos sentimentos contraditórios que o mesmo provoca.
A importância, a complexidade, o espanto, a perplexidade, a quebra de tensão, no fundo a mistura de tudo isto provoca uma tal sensação de impotência que decidi, para não correr o risco de provocar a morte de um leitor mais desprevenido que abrisse o blog sem um aviso prévio, colocar a foto – é mais que uma foto, é um tratado! – alojada noutro ponto e deixar aqui apenas um link para ela.
Respirem fundo, sentem-se bem encostados para o caso do desmaio, arranjem um saco para enjoo para o caso de a emoção ser tão forte que vos altere o normal funcionamento do organismo, façam o que quiserem mas estejam preparados para algo… que não sei explicar.
Carreguem então aqui quando acharem que devem.
Com os devidos agradecimentos à Wendy que forneceu a foto. E não, não é uma montagem!

Wednesday, March 15, 2006

Um desafio é um desafio! (2)

Desafiado pela Papoila do Blog Orvalho para Pirilampos, vejo-me “obrigado” a participar numa espécie de “corrente de blogs”. Passo a explicar: «Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, blá, blá, blá (...)>> O resto já vocês sabem (ver post abaixo)...
Sem mais demoras (e desta vez a sério) cá vão elas:


1 - Ora, eu consigo ficar (e fico, ocasionalmente) sem pensar em nada durante vários minutos seguidos... Branca total! Barulho de árvore a cair na floresta quando não há ninguém a ouvir! Nirvana! Esse tipo de coisa. (Há quem diga que eu me devia dedicar a dar formação de Yoga porque este é suposto ser o objectivo último desse pessoal)...
Apesar de muitas vezes entrar neste estado de letargia involuntariamente, consigo fazê-lo sempre que quero. Acho que, para além de caso clínico, posso considerar isto uma mania uma vez que dou comigo a fazê-lo várias vezes.

2 - Quando ando de carro, uso o pisca até à exaustão. Quando digo até à exaustão é isso mesmo que quero dizer. No meu carro anterior "gastei" a manete do pisca tendo esta de ser substituída por uma nova...

3 - Quando me presto a uma actividade qualquer como por exemplo arrumar o quarto ou a sala, acabo invariavelmente por perder-me no meio daquilo que estou a arrumar (sejam livros, fotos ou outros objectos que não via há muito tempo) e acabo por deixar a arrumação propriamente dita para daí a uns dias...

4 - Quando estou a beber um sumo qualquer de que gosto (néctares e afins) tenho extremas dificuldades em parar. Seja do copo ou directamente da embalagem (que é para não dizer pacote). O único método para fazer uma embalagem durar mais tempo é ir enchendo um copo aos poucos, porque uma vez levado à boquinha só de lá sai quando acaba...

5 - Fazer apostas comigo mesmo quando vou a andar na rua. Coisas do tipo: "Aposto que daqui até aquele poste são menos de 30 passos" (é muito mau, eu sei)...


Não desafio ninguém para fazer isto uma vez que os 5 desafiados oficiais pelo The Live Parrot já o foram...

Tuesday, March 14, 2006

Um desafio é um desafio!

Desafiado pel’Apipocamaisdoce, vejo-me “obrigado” a participar numa espécie de “corrente de blogs”. Passo a explicar:
«Cada bloguista participante tem de enunciar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogs aviso do ‘recrutamento’. Ademais, cada participante deve reproduzir este ‘regulamento’ no seu blog.»
Cumpridas as formalidades, passemos às manias:

1 – Problema em estar só em determinadas situações. Tenho uma total incapacidade de ir ao cinema ou almoçar/jantar sozinho. Stresso, a comida nem me sabe bem e em 10m estou fora do restaurante. Já quanto ao cinema, recuso liminarmente sequer a hipótese.

2 – Adoro conduzir. Meto-me no carro e conduzo horas seguidas sem parar. Odeio parar a meio de viagens, só em caso de extrema necessidade (fisiológica ou por cansaço). Quando por algum motivo não estou bem, pego no carro e vou dar voltas só pelo prazer de conduzir. Certa vez, com uma disposição terrível, saí pela Ponte Vasco da Gama e fui pela A12 até Setúbal, só para voltar pela A2 e passar pela 25 de Abril.

3 – Sou péssimo para as compras. Para além de detestar idas prolongadas a centros comerciais, o meu método de compra é algo peculiar: não me demoro mais do que alguns segundos em cada loja, passando o olhar rapidamente pela roupa em exibição e, apenas se gostar logo à primeira de alguma coisa, compro imediatamente, mesmo que não seja a mais barata. Sou capaz de percorrer um Colombo inteiro à procura de um par de ténis, correr todas as lojas que tenham qualquer tipo de sapato e sair do Colombo de mãos a abanar passado apenas 15m. Já o oposto acontece em FNAC’s e áreas de música/DVD de supermercados, onde passo horas a vasculhar as promoções uma a uma.

4 – Guardar/ter coisas não muito comuns: Bilhetes (tenho de todos os tipos mas sempre de sítios onde estive, desde um bilhete de autocarro de Malta a um bilhete do Metro de Madrid – obrigado Princesa ;) -, bilhetes de cinema - todos, e pelo ritmo a que vou podem deduzir o tamanho da colecção -, bilhetes de jogos de futebol, bilhetes de concertos e qualquer outro evento a que vá, etc.) e Cachecóis de clubes/selecções de Futebol (se forem a um país qualquer falem comigo antes, vou-vos pedir um ou outro). Também faço questão de ter CD’s ou DVD’s originais, quando tenho a possibilidade de arranjar cópias facilmente.

5 - Apesar de saber da hipocrisia e dos “jogos de cintura” presentes na escolha dos premiados, não consigo desligar-me dos Óscares. Planeio a visualização dos filmes nomeados com cuidado, estudo os candidatos, faço a noitada para ver em directo, junto-me com um grupo de amigos “aficionados” (se for preciso até vou a Madrid para isso), fazemos apostas, vibramos com as justiças e as injustiças…


Não podendo desafiar os colegas papagaios pois são do mesmo blog (mas desafio-os a responder nos comments), desafio a participar nesta “corrente”:

Papoila do blog Orvalho Para Pirilampos
Morning Theft do blog Morning Theft
Wendy do blog Jellyfish Likes To Fly
Lobístico do blog 100 Sentimentos
NAM do blog NAM… Lixes

Pôr-do-sol no Retiro (Madrid)

Para os mais distraídos...

Queria só aqui informar que o Inverno terminou oficialmente...
Isto porque, porra, já tinha saudades de não sentir frio de manhã!

Em cheio

“Good Night, and Good Luck” é o segundo filme de George Clooney enquanto realizador. E que segundo filme! Pegando na história de Edward R. Murrow, um jornalista da CBS - juntamente com o seu produtor Fred Friendly - que se atreveu a desafiar o senador McCarthy, senador esse que nos anos 50 resolveu encetar uma perseguição a tudo o que fosse, parecesse ser ou sequer soasse como comunista nos Estados Unidos, Clooney utiliza uma excelente fotografia a preto-e-branco para que possa intercalar imagens de arquivo com o seu filme sem que se note qualquer ruptura. David Strathairn, até aqui reduzido a papéis e/ou filmes secundários, dá uma lição de interpretação no papel do jornalista sério mas empenhado, que lhe valeu inclusivamente uma nomeação para o Óscar de Actor Principal. Curioso é também ver como um tema com 50 anos e que aparenta ser tão localizado no tempo consegue ao mesmo tempo ser tão actual.

Onde está a originalidade?

“North Country” é um daqueles filmes que parecem feitos por medida para uma candidatura a Óscar. Charlize Theron volta a mostrar capacidades e conseguiu mesmo nova nomeação, depois da vitória com “Monster”. Só que a temática do filme é bastante desinteressante, ou melhor, tem muito pouco de original. Baseado numa história verídica sobre o primeiro caso de assédio sexual a ser bem sucedido em tribunal, o filme retrata também a discriminação que as mulheres sofreram quando quiseram começar a trabalhar nas minas de carvão. Mas se a história em si não é marcante, pelo menos não pela originalidade, já as interpretações de Frances McDormand (brilhante!) e de Sean Bean merecem todos os elogios, para além da já falada Charlize Theron.

Monday, March 13, 2006

Objectivo... Superado?


Não podia deixar de assinalar o dia 13 de Março. Não por ser um feriado importante, mas porque hoje faz aproximadamente um mês em que não pego num cigarro. Tem sido complicado... e ainda não comecei a sentir as melhorias a nível de saúde. "Ficas com mais energia"... really? ainda não notei diferença. O que noto realmente é que como muito mais... e em termos monetários também fico com mais para gastar noutras coisas. Ainda tenho um longo caminho a percorrer... mas já passaram 28 dias... devia ser como os AA... do I get a medal?

Sunday, March 12, 2006

Madrid, Posters e Óscares

Tive oportunidade de ir passar uns diazitos a Madrid, juntamente com a habitual “trupe dos Óscares” (com mais de 10 anos de história), que é composta por: Príncipe, Princesa, Menina, Sôtor e eu próprio (se bem que o Sôtor é mais conhecido pelo seu roncar constante ao longo da cerimónia). Para além deste grupo, pudemos também contar com a participação especial d’Apipocamaisdoce, doravante tratada por Pipoca. Foram excelentes dias, bem divertidos, em que tive oportunidade de conhecer a capital dos “nuestros hermanos” (com quem admito que não vou muito à bola). Para aqueles que possam lá ir, recomendo um passeio pela Gran Via, a visita ao Museu do Prado, as Praças de Espanha, de Colombo (ou Cólon, como lhe chamam por aquelas bandas – onde está a maior bandeira de Espanha), Cibeles (conhecida por ser onde o Real Madrid comemora as suas vitórias) e tantas outras. O Palácio Real, o Santiago Bernabeu, o Retiro (um parque que bem falta fazia em Lisboa), a Puerta del Sol com o famoso Km 0 (ver foto) e outras coisas que agora não me lembro :P.
Em todo o caso tenho de reconhecer que, se a viagem foi excelente pela companhia e pelo divertimento, Madrid não é uma cidade que me tenha deixado com vontade de lá voltar, pelo menos nos tempos imediatos. Não sei o quê, mas falta ali qualquer coisa. Independentemente disso, os meus agradecimentos especiais à Pipoca e à Princesa, por terem posto a casa à nossa disposição, ao Príncipe por todo o seu empenhamento neste encontro em Madrid e pela oferta do quarto do Hotel para podermos todos ver os Óscares, e a todos em geral pelos momentos de enorme boa disposição que fazem ansiar pela próxima viagem (Barcelona here we go?).
Para finalizar, queria mencionar uma loja escondida que descobrimos em Madrid e que, felizmente, não há igual em Lisboa pois certamente eu gastaria boa parte do meu ordenado lá. É uma loja de Posters (de cinema, música, quadros famosos, etc.) de seu nome “Arte-Cine XXI” e que fica junto à Plaza de España. Vejam o site aqui. Deixo também aqui os que comprei desta vez.


Já quanto aos Óscares, devo dizer antes de mais que adorei a apresentação de Jon Stewart. Não poupou ninguém, nem mesmo a Igreja da Cientologia, um dos lobbies mais poderosos de Hollywood. Falando dos prémios em si, houve muita justiça (não tem sido normal) e surpresas (justas e injustas). Começando pelas justiças: Philip Seymour Hoffman e George Clooney, actor principal e secundário, “Crash”, melhor filme e “Brokeback Mountain” pela banda sonora, foram claramente os prémios mais justos da noite, embora no caso do melhor filme tenha sido uma surpresa. Surpresa foram também os Óscares de melhor música para “It’s hard out there for a pimp” e de Melhor Actriz para Reese Witherspoon, mas neste caso foram, na minha opinião, surpresas pela negativa pois seria mais justa a entrega a “In the deep” e a Felicity Huffman (ambos do filme “Transamerica”), respectivamente, principalmente no caso desta ultima, com uma interpretação digna de todos os elogios.
Não tão surpreendente foi a escolha de Rachel Weisz como melhor Actriz Secundária, embora a minha escolha fosse claramente para Frances McDormand por um papel genial em “North Country” (de que falarei num post posterior). Já a entrega do Óscar para melhor realizador a Ang Lee, por “Brokeback Mountain”, soou a prémio de consolação para aquele que era um dos grandes favoritos e que saiu pouco premiado. Uma palavra de simpatia para o genial “La Marche de l’Empereur” que venceu o prémio de melhor documentário e para “King Kong” que dominou nos Óscares técnicos.
Para fechar este (já longo) post, e apesar de habitualmente não pensar muito nas nomeações, pois para isso precisava de ver muito mais filmes, acho que dois filmes foram menosprezados pela Academia: “Match Point” e principalmente “Jarhead”, que bem merecia umas nomeações, como Fotografia, Melhor Actor (para Jake Gyllenhaal) e quem sabe mesmo Realização.

Saturday, March 11, 2006

Ele ou ela


Se “Capote” me desiludiu por ser um filme vulgar, valendo apenas pela interpretação de Philip Seymour Hoffman, já “Transamerica”, do qual não esperava que fosse mais que uma justificação para uma candidatura a Óscar por parte de Felicity Huffman, tem um argumento sólido e interessante. Para além disso, gostei também particularmente de ver Kevin Zegers no papel do filho dela/dele.
Lamento a injustiça de Reese Witherspoon ter ganho o Óscar (não que ache que a interpretação não é boa), depois de ver a capacidade de transformação demonstrada por Huffman, mais habituada ao meio teatral e que só ganhou notoriedade depois de entrar em “Desperate Housewives”.
Um filme que alterna de forma feliz momentos de comédia com drama, sem nunca cansar o espectador. Mais um a ver.

Uma capotada…


Escrevo este post após a realização dos Óscares, mas a minha opinião não mudou. Quanto muito, a cerimonia veio confirmar aquilo que pensava. “Capote” é o relato de uma parte importante da vida do escritor Truman Capote, magistralmente interpretado por Philip Seymour Hoffman (justíssima, a atribuição do Óscar de Melhor Actor), nomeadamente acompanhando-o desde que toma conhecimento do assassinato de quatro pessoas algures no Kansas até que termina aquela que seria a sua última obra: “In Cold Blood”, e em particular a relação que ele desenvolve com um dos assassinos. O problema deste filme é o pouco interesse que o tema em si consegue despertar, estando muito abaixo do que a interpretação merecia. Um filme menor com uma interpretação maior.

Wednesday, March 08, 2006

Dia da Mulher

Não podia deixar de assinalar que hoje é o dia da mulher! Ao passar no Saldanha, fui abordada pela Associação Portuguesa de Endometriose... Endo quê certo?, parece que esse tb é o lema desta associação, o site deles está aqui. Basicamente são as dores associadas à menstruação, acho que todas sabemos o que é... mas pelos vistos existem casos gravíssimos associados a esta doença. Já fiz o meu papel de passar a informação... visto que estavam a dar bolo e tudo.
Os sintomas mais comuns da endometriose incluem:
Dor e / ou períodos abundantes
Dor durante as relações sexuais
Dor a urinar (especialmente quando está com o período)
Infertilidade
Fadiga

Feliz dia da Mulher !

Friday, March 03, 2006

A controvérsia rende... Ou será vende?


Nesta minha corrida contra o tempo motivada pelos Óscares, foi “Brokeback Mountain” o filme que se seguiu. Ora, não tirando o devido mérito às qualidades deste filme – e são várias, como as interpretações de Jake Gyllenhaal e principalmente de Heath Ledger (brilhante na demonstração de uma grande divisão interior sobre o que lhe vai acontecendo), a bela história de um amor difícil de aceitar pelos intervenientes e quem os rodeia, as magnificas paisagens de Brokeback Mountain ou a forma como Ang Lee (de regresso ao seu registo habitual depois de um surpreendente "Hulk") captura todo um misto de angústia e crueza nos dois protagonistas -, penso que é um filme sobrevalorizado, com todo um hype que se gerou à volta dele, certamente pela controvérsia do tema central.
A sensação que me ficou foi de um filme sempre perto de se tornar genial, mas sem nunca chegar lá.

A linha da Vida


“Walk The Line” é o biopic sobre uma parte da vida de Johnny Cash, acompanhando em particular alguns eventos marcantes e a sua relação “complicada” com a cantora June Carter. Um filme um pouco à imagem de “Ray”, mas que, se compararmos os dois, “Ray” terá mais qualidade cinematográfica, digamos assim, ou seja, melhor realização, melhor fotografia, mas “Walk The Line” tem mais alma, mais sentimento, não soando tanto a documentário. Gostei particularmente das interpretações de Joaquin Phoenix e de Reese Witherspoon, que inclusivamente se submeteram a treino intensivo para que pudessem ser eles mesmo a cantar no filme. Recomendo a quem goste de música, pelo interesse documental, e a quem goste de uma história de amor com altos e baixos – não são todas? -, mas belíssima.

Racistas? Quem, nós...?


Com as nomeações para os Óscares, tive a sorte de ver este filme reposto nas salas, eu que o tinha perdido na primeira exibição.
Aparentemente, está na moda fazer filmes com base em várias histórias que se cruzam no final, todas sobre o mesmo tema. A diferença surge no resultado final. “Crash” é um autêntico tratado sobre racismo, passado em Los Angeles, e que conta no elenco com uma enorme lista de celebridades que quiseram juntar o seu nome quando leram o argumento, nem que fosse para aparecer em papéis mais secundários. Aliás, é difícil dizer que determinado actor neste filme é um actor principal, pois o que é relevado aqui é mesmo o argumento. Curiosamente, e ao contrário do que é habitual, Paul Haggis não se limita aqui a expor o habitual branco vs. preto, mas sim várias formas do mesmo, incluindo as que surgiram na América no pós 11 de Setembro, nomeadamente contra muçulmanos. A ver e a aprender, por todos.

The oil business


Para quem viu “Traffic”, “Syriana” não será uma surpresa. Poderá até soar a imitação fraquinha. Mas não deixa de ser um bom filme, este intercalar de histórias ligadas ao Petróleo e à forma como o Médio-Oriente é explorado em função dos nossos interesses. Com boas interpretações all-around e com um argumento interessante mas algo difícil de digerir, “Syriana” é um filme razoável com Stephen Gaghan na realização, ele que já tinha sido o argumentista em “Traffic” e que acumula também essa função aqui. Espero um próximo filme do mesmo, embora não com tanto entusiasmo como um próximo argumento. Destaco também as interpretações sólidas de todos, desde os mais conhecidos George Clooney e Matt Damon a Alexander Siddig e Chris Cooper, habituais secundários.

Thursday, March 02, 2006

Nunca mais vem...

Saturday, February 25, 2006

Munich


De vez em quando surge um filme que é mais do que o contar de uma história. Foi esse o caso com “Jarhead” e é esse o caso de “Munich”, do sempre brilhante Steven Spielberg, que pretende relatar uma parte do que aconteceu no pós-atentado dos Jogos Olímpicos de Munique em 1972. Nomeadamente, da retaliação levada a cabo pela Mossad. Não vou adiantar muito sobre a história, como habitualmente, mas apenas realçar a fotografia do habitual (e genial) director de fotografia de Spielberg, Janusz Kaminski, assim como as interpretações de Eric Bana e de Mathieu Kassovitz. Pode-se argumentar que a história é um pouco tendenciosa – no sentido em que relata apenas um lado (e realmente é esse o caso) mas isso não retira mérito ao filme (pois não whatever?). E Spielberg continua a aumentar o seu repertório de géneros, mantendo sempre a grande capacidade de contador de histórias.

Para quê... então?

Ontem fui finalmente ver o tão badalado "Brokeback Mountain". Deixo os comentários para o ryder que ele é que gosta de fazer isso... :) Comento apenas o tipo de público que estava comigo na sala. Sabendo à partida sobre o que trata o filme parto do príncipio que só lá vai quem quer... Ora em certas cenas do filme, tínhamos mais risos e piadas ditas em voz alta do que me lembro de ter visto em qq bom filme de comédia... Se é para isso... então pq é que gastam dinheiro para ir ver o filme ao cinema... pq não alugá-lo? ou esperar pela estreia na televisão?
Uma das piadas proferidas foi qq coisa como..."Isto já parece a casa pia"... este senhor não estava a ver o mesmo filme que eu... mais um ignorante que acha que pedófilia é sinónimo de homossexualidade. Se choca assim tanto estes conservadores tacanhos para quê ver o filme? servem-se da desculpa dos óscares para poderem satisfazer a sua curiosidade e depois disfarçar com risos e piadas... que nem fazem sentido???? enfim...

Friday, February 24, 2006

(Algumas) cenas que nunca hei-de esquecer por mais anos que viva...

- O "E.T." visto pela primeira vez no cinema;
- A expressão facial da minha mãe ao dar-me um presente (um boneco de corda) num dia daqueles em que nada o fazia prever (tinha eu 3 ou 4 anos);
- Um corte feito pelo Luisinho (antigo defesa central do Sporting) a uma bola pingada num jogo contra o Nápoles para a Taça UEFA;
- O sabor do Fizz de Limão;
- O meu dedo anelar da mão esquerda a ser partido por uma bola chutada por cima da baliza pelo Dimas, no Estádio José Gomes, quando este ainda estava no Estrela;
- A praia de Palolem e o cheiro de Bombaim, na Índia;
- Um golo do Juskowiak, de pontapé de bicicleta, contra o Boavista em Alvalade, para a Taça de Portugal, visto no melhor ângulo possível, por trás da baliza;
- O momento em que, durante o percurso de comboio no túnel do Rossio, ouvi Pixies pela primeira vez (o "Levitate me", numa cassete gravada já não sei por quem);
- Uma bola preta enfiada seca às 4 tabelas numa daquelas sessões de "quem-perde-paga" da altura do Secundário;
- O cenário habitual da Rua Dona Estefânia preenchido pela queda de flocos de neve;
- A passagem de ano 2003-2004 e o que dela floresceu;
- O momento em que o meu pai me levou para a parte de cima da casa, na aldeia dos meus avós, numa noite de verão em que houve um corte geral de electricidade e estava tudo mergulhado num breu imenso, para eu perceber que afinal existem mais estrelas no céu do que aquelas que normalmente se vêem.
- A primeira bezana que o meu irmão apanhou comigo;
- O pensamento totalmente imbecil e imaturo que tive no momento em que fumei uma ganza pela primeira vez com 14 ou 15 anos (qualquer coisa do género: "Fixe! Estou-me a drogar!").
- Um golo que marquei com o peito numa aula de Educação Física no Secundário;
- Um jogo para a Taça do Rei em que o Barcelona recupera de um 0-3 e de um 1-4 para ganhar 5-4 e o golo que o Figo marcou nesse jogo (contra o Atlético de Madrid);
- O desembrulhar de um presente de Natal e constatar que era um "ZX Spectrum 48K";
- O momento em que percebi o que raio era essa tal de masturbação;
- O momento em que recebi a minha primeira negativa ("Não satisfaz" a História);
- Aquele anúncio do "Coelhinho que foi com o Pai Natal e o Palhaço no comboio ao circo" (que por acaso me enviaram por mail há pouco tempo);
- O momento em que, durante uma sessão de estudo nas vésperas de um teste qualquer do Secundário, o conceito matemático de derivada fez sentido;
- Um jogo de Snooker em que não dei ao Rocha oportunidade de jogar (esse gajo sempre fez sobressair o melhor jogador que havia em mim);
- O momento em que me dei conta, cerca de um ano depois de começar a tocar guitarra, que já conseguia fazer um acorde de barra soar bem;
- O momento em que olhei em volta, depois de subir as escadinhas do metro, vindo directamente do aeroporto de Heathrow, e saí em pleno Trafalgar Square na primeira (e única) vez que estive em Londres;
- Uma noite de Natal em que teimei em não sair de ao pé da árvore de Natal para conseguir ver o Pai Natal e, no momento em que volto depois de uma ida rápida à casa de banho, ver as prendas todas e o resto da família a dizer qualquer coisa como: "Que azar, ele veio, deixou aqui isto e saiu mesmo agora porque disse estava cheio de pressa...";
- O momento em que percebi porque é que raio não caímos quando o planeta Terra está "ao contrário";
- A sensação de deitar-me em cima de uma rocha quente depois de um banho frio de rio;
- O dia 11 de Janeiro de 2004;
- O sabor do bagaço (apesar de não o provar há cerca de 15 anos pelos piores motivos);
- A música do genérico do "Cão vagabundo" (essa série mítica);
- A música de Clã "Problema de expressão" ouvida, certa noite, no rádio do meu carro;
- O meu ex-Fiat Panda a arder;
- O 3º dia dos 3 concertos seguidos que os Radiohead deram no Garage para promover o ainda não lançado "Ok Computer" e constatar que o Thom Yorke fez em palco uma referência a algo que eu lhe havia dito na véspera;
- Uma certa tarde a apanhar cerejas na aldeia dos meus avós;
- O "Lightning Crashes" cantado pelo meu irmão e pela Catarina Pedra numa certa noite, na Costa da Caparica;
- O golo do Rogério na final da Taça UEFA 2004/2005;
- Um casaco que a minha mãe me comprou quando tinha 16 ou 17 anos e que perdi passada nem meia hora;
- O World Trade Center a desabar ao vivo e a cores;
- O momento em que, por acaso, calhou estar a ver televisão e começou o primeiro episódio da "Galáctica";
- O final dum concerto de Betty Carter que apanhei à noite no Canal 2, há uns anos;
- Peta Zetas!
- O momento em que entrei no Alvalade XXI pela primeira vez (quando o relvado ainda estava a ser colocado);
- O dia em que me ensinaram a escala pentatónica numa guitarra;
- A exibição do Zidane contra Portugal na meia-final do Euro 2000;
- Um episódio em particular do Verão Azul em que os gajos se perdem para lá numas grutas quaisquer;
- O dia em que consegui finalmente fazer um duplo mortal em mini-trampolim;
- A primeira vez que fui ao planetário;
- O dia em que, no 5º ou 6º ano, ouvi falar pela primeira vez em números negativos;
- O dia em que uma alforreca veio contra a minha cara enquando nadava, num dos muitos (excelentes) dias passados em família na praia da Parede quando era criança;
- O nome da esmagadora maioria das personagens d' "Os Simpsons";
- O canto do Apolo (um canário que eu tive um dia);
- O dia 5 de Maio de 2005.

Digo por aí...


Se “The Family Stone” era um filme de domingo mas bom, este “Rumor Has It” não passa de um filme razoável, com alguns bons momentos de comédia. Jennifer Aniston confirma ser mais que uma cara bonita, Shirley MacLaine continua em grande forma, mas é Mark Ruffalo que está impagável no papel de namorado/noivo de Aniston. Rob Reiner (quem não se lembra do Michael – ou Meathead - de “All In The Family”?) já realizou de tudo um pouco (de “Misery” a “When Harry Met Sally” - mais um personal favorite -, de “Stand By Me” a “This Is Spinal Tap”) e aqui tem uma comédia levezinha, mas sem brilho. Esperem pela estreia em televisão.

Wednesday, February 22, 2006

Bem...

You Are Barney

You could have been an intellectual leader...

Instead, your whole life is an homage to beer

You will be remembered for: your beautiful singing voice and your burps

Your life philosophy: "There's nothing like beer to give you that inflated sense of self-esteem."

Tal como ao colega papagaio bU:

You Are Homer Simpson
You're just an ordinary, all-American working Joe...

With a special fondness for pork rinds and donuts.

You will be remembered for: your little "isms" and philosophies on life

Your life philosophy: "Weaseling out of things is important to learn. It's what separates us from the animals ... except the weasel."

Nem outro poderia ser...

You Are Homer Simpson

Tuesday, February 21, 2006

2006, um novo ano?... Humpft!!!


Desde que o ano começou, já estive doente duas vezes e hoje levaram-me o auto-rádio...

Sobre a Dinamarca

Por muito que eu entenda (e até concorde com) o ponto de vista que o MST pretende transmitir no seu texto, é de lamentar que se baseie em princípios errados. Isto porque a Dinamarca não é de todo “uma sociedade aberta que pratica a igualdade de direitos a todos os níveis, respeita todas as crenças, protege todas as minorias, (…) acolhe os exilados, (…)”. O actual governo dinamarquês depende (entre outros) de um partido de direita, o DVP, que apelida o Islão de “Cancro” e de movimento terrorista, tendo o líder deste partido dito em várias entrevistas: “Só há uma civilização: a nossa”. Inclusivamente, desde a subida da direita ao poder (há cinco anos) que as famílias de refugiados perderam direito a algumas ajudas sociais e para obterem cidadania têm de passar por um teste de língua e cultura que faria chumbar muitos dinamarqueses.
Para mais, os cartoons em causa foram publicados num jornal, o Jyllands-Posten, cuja alcunha junto da esquerda dinamarquesa é O Fascista da Manhã, e que nos anos 30 apoiou a chegada do fascismo ao país.

Monday, February 20, 2006

Dinamarca e Arábia Saudita

«A Dinamarca não tem petróleo, mas é um dos países mais civilizados do mundo: tem um verdadeiro Estado Social, uma sociedade aberta que pratica a igualdade de direitos a todos os níveis, respeita todas as crenças, protege todas as minorias, defende o cidadão contra os abusos do Estado e a liberdade contra os poderosos, socorre os doentes e os velhos, ajuda os desfavorecidos, acolhe os exilados, repudia as mordomias do poder, cobra impostos a todos os ricos, sem excepção, e distribui pelos pobres. A Arábia Saudita tem petróleo e pouco mais: é um país onde as mulheres estão excluídas dos direitos, onde a lei e o Estado se confundem com a religião, onde uma oligarquia corrupta e ostentatória divide entre si o grosso das receitas do petróleo, onde uma polícia de costumes varre as ruas em busca de sinais de «imoralidade» privada, onde os condenados são enforcados em praça pública, os ladrões decepados e as «adúlteras» apedrejadas em nome de um código moral escrito há quase seiscentos anos. E a Dinamarca tem de pedir desculpas à Arábia Saudita por ser como é e por acreditar nos valores em que acredita?»

Miguel Sousa Tavares, in Expresso

Friday, February 17, 2006

Citando Robin Williams...

Enviaram-me hoje um mail com uma citação do grande Robin Williams (obrigado Olive). Achei-a tão boa que fui à procura de outras e deparei-me com uma série de pérolas que não podia deixar de partilhar com os ávidos leitores deste blog. Sendo este um blog (não, não gosto de escrever blogue) escrito na língua de Camões, peço desculpa pelo Inglês... Mas não fazia sentido traduzir...
Por isso, sem mais demoras...

Ladies and Gentlemen, Mr. Robin Williams:

- "God gave men both a penis and a brain, but unfortunately not enough blood supply to run both at the same time."
- "You're only given a little spark of madness. You mustn't lose it."
- "Politics: “Poli” a Latin word meaning “many”; and "tics" meaning “bloodsucking creatures”."
- "Never pick a fight with an ugly person, they've got nothing to lose."
- "Cocaine is God's way of saying you're making too much money."
- "Why do they call it rush hour when nothing moves?"
- "I'm sorry, if you were right, I'd agree with you."
- "We Americans, we're a simple people . . . but piss us off, and we'll bomb your cities."
- "In England, if you commit a crime, the police don't have a gun and you don't have a gun. If you commit a crime, the police will say ”Stop, or I'll say stop again.”"
- "What's right is what's left if you do everything else wrong."

Wednesday, February 15, 2006

Coisas que nenhum homem gosta de ouvir

- Parabéns! A mudança de sexo do seu filho correu às mil maravilhas!
- Vá lá, amor! Os sapatos ficam-me tão bem... E só custam 180 euros...
- A cerveja acabou!
- Já viste, querido? O casamento do meu irmão calha no dia daquele jogo da final do campeonato do mundo que tu disseste que querias ver com os teus amigos!
- Pai, decidi que quero aprender a tocar bateria! Compra-me uma!
- Você está despedido!
- Que bom! A minha mãe vem passar uns dias connosco!
- "This program has performed an illegal operation and will be shutdown"
- Aí não, amor... Dói muito...
- A cerveja acabou!
- "O seu saldo não lhe permite efectuar essa operação"
- Já???
- Querido, diz-me a verdade... Estou gorda?
- A cerveja acabou!
- A cerveja acabou!

Monday, February 13, 2006

A chuchar...


Antes de mais, tenho de dizer que o poster de "Thumbsucker" é excelente, com pormenores deliciosos e que ajudou a abrir o apetite para a estreia na realização de Mike Mills, um antigo realizador de videoclips dos Air ou de Moby, por exemplo. O pior mesmo foi que saí da sala um pouco desiludido. Não que a história sobre um rapaz que aos 17 anos decide que é altura de deixar de chuchar no dedo não seja interessante, ou as interpretações boas (Lou Pucci promete e Keanu Reeves não desilude, mas é a Vince Vaughn que cabe o papel mais surpreendente, bem diferente do que estamos habituados a ver), mas o filme lança várias pontas para depois as deixar soltas. A quem gostou deste filme, recomendo (vivamente) o excelente “Garden State”.

Saturday, February 11, 2006

Guess who? 7

Um excerto curioso que pode ser ouvido numa música bem conhecida. Quem conhece esta, para 300 pontos?

"If you don't eat yer meat, you can't have any pudding. How can you have any pudding if you don't eat yer meat?"

Wednesday, February 08, 2006

Rir é mesmo o melhor remédio.


Recomendado por alguns dos leitores deste blog, as minhas expectativas para o filme “Kiss Kiss Bang Bang” eram elevadas. Para além disso, era o regresso ao cinema de Robert Downey Jr. após (mais) uma cura de reabilitação (inclusivamente, por ideia de Val Kilmer, não havia bebidas alcoólicas no set e o próprio Kilmer não bebeu – diz ele – durante todo o tempo que duraram as gravações). Downey Jr. é – na minha opinião – um dos melhores actores da sua geração (vide “Chaplin”), que inclusivamente me tornou um fã momentâneo da série “Ally McBeal” enquanto teve um papel na mesma. E neste filme podemos vê-lo de novo em grande, a tirar o máximo proveito de um argumento bem divertido escrito por Shane Black, que se mostra um mestre na arte dos buddy movies, depois de já ter sido o responsável pela escrita de “Lethal Weapon” e as suas sequelas. Agora dedicou-se (também) à realização e em boa hora o fez, uma vez que criou uma comédia em jeito de dark novel que gera inúmeras gargalhadas no público, muito à custa da típica diferença de estilos entre duas pessoas que, por motivos diversos e ocasionais se tornam parceiros (neste caso numa investigação), numa excelente parceria de Downey Jr. com Val Kilmer. Em jeito de conclusão: um filme a não perder para momentos de boa disposição. Ah, e ou muito me engano ou esta Michelle Monaghan ainda vai dar que falar.

Tuesday, February 07, 2006

Filme de domingo, mas bom.


“The Family Stone” é a primeira grande produção em que Sarah Jessica Parker entra depois do grande sucesso de “Sex and the City”, e isso é bem visível na personagem dela, com muitos pontos de contacto com Carrie Bradshaw. No entanto, na minha opinião, é das personagens que a rodeiam que vive este filme, com um elenco bem composto: Diane Keaton, Craig T. Nelson, Dermot Mulroney, Luke Wilson, Claire Danes e a confirmação de Rachel McAdams como uma actriz em ascensão. O argumento, sem ser original ou inovador, tem alguns bons momentos, alternando a comédia com o drama de uma forma coerente. Não é nenhuma preciosidade esta jóia (perdoem-me o trocadilho), mas dentro do que gosto de chamar “filmes de domingo à tarde”, está bem acima da qualidade média.

Aquelas pessoas que todos queremos conhecer:

- Os que nos deixam escolher o filme a ver;
- Os que dizem: “Conduz tu”;
- Os que nos emprestam livros ou filmes e entendem quando não os devolvemos logo;
- Os que ganham bilhetes para as coisas e como não querem ir, oferecem-nos;
- Os que estão noutros países e nos dizem: “Anda conhecer, ficas em minha casa”;
- Os que ganham o euromilhões;
- Os que não comem os chocolates que vêm com o café.
- Os que não gostam da fatia do meio da torrada;
- Os que são amigos das Top-Models.

Quem quer...

Seguindo a ideia dos bilhetes para um concerto serem o prémio para o jogo do guess who acabei nesta página onde fiquei completamente surpreendida com o preço dos bilhetes para um espéctaculo de Jerry Seinfeld. Será para quando finalmente ganhar o euromilhões... e mesmo assim não sei se pagava. Por mais que goste do Jerry... Não dava 655$usd para estar como eles dizem "Details: FRONT ROW ORCHESTRA UP FRONT VERY VERY CLOSE TO JERRY & STAGE"... would you?

Monday, February 06, 2006

A ver, no Quarteto!



"Primer" é um filme atípico. Começando pelo facto de ter um realizador que é também produtor, compositor, director de fotografia e actor, e passando pelo custo (7.000 dólares). Este é (obviamente) um filme independente produto exclusivo da cabeça de um antigo engenheiro, Shane Carruth, sobre um grupo de amigos que dedicam as suas horas livres a invenções. Não vou adiantar nada mais sobre a história, porque o filme deve ser visto com o mínimo de dados. Em todo o caso, e para usar uma definição que é do Markl e que é a melhor que li, "Primer" é assim uma mistura entre um filme de David Lynch e "Memento". Está muito bem filmado, com uma história muito interessante e original, e em momento algum parece um filme feito por um "amador".
Recomendado a quem goste de filmes que levantem questões e com finais relativamente abertos, mas talvez com mais lógica (ou com uma lógica mais compreensível) do que os de Lynch.

Guess who? 6

Nível 4:

"You know that every day a helpless child is born
Who needs some loving care inside a happy home
Somewhere a wealthy man is sitting on his throne
Waiting for life to go by"

Friday, February 03, 2006

Diálogo divino

Vindo do meu caderno de Português do 11º ano (quase me valeu um chumbo a essa discilpina nesse ano), passando pelo http://burlesco.blogspot.com (neste momento lamentavelmente congelado), eis aqui, em 3ª mão, aquilo que realmente foi dito naquele dia.


J.C. acaba de ser crucificado e olha para baixo colocando uma expressão triunfante. Olhando também para baixo (mas um bocadinho mais acima) está aquele-que-não-tem-nome (desvantagens de ser a primeira forma de inteligência do Universo)...

- (J.C) - Ah! Ah! Chegou a hora! O meu pai pulverizá-los-á agora a todos com o seu sopro divino qu’é p’ra verem quem manda aqui!

- (Aquele-que-não-tem-nome) - Uhhh... Júnior, acho que ainda não deves ter percebido bem o que se vai passar agora... Tu desta vais mesmo de vez! Quer dizer, acho que ainda te vou pôr aí a circular uns dias, mas é só porque é para ti... Depois vens definitivamente até cá acima!

- (J.C)- Mas... Pai... Não percebo... Então eu, o herói, padeço no fim? Não pode ser... Onde é que já se viu? Este final não é digno da super-produção que é! As pessoas gostam é de finais felizes... Quer dizer, tirando os romanos...

- (Aquele-que-não-tem-nome) - Pois é Júnior, mas isto de tu morreres tem um significado! Tu estás a morrer pelos pecados dos outros! É no mínimo nobre, não?

- (J.C) - Ainda por cima mais essa! Eu que nunca fiz nada de mal... Nem sequer nunca cheguei a provar os prazeres da carne! Nem roubei, nem nada dessas coisas... E fartei-me de curar ceguinhos e inválidos e... e... (IUC!) leprosos...

- (Aquele-que-não-tem-nome) - Desculpa lá Júnior, mas tu só fazias teatro porque quem puxava os cordelinhos era eu! Mas vê o lado positivo da coisa: vais deixar de andar de um lado para o outro com uma cambada de pescadores imbecis atrás de ti.

- (J.C) - Mas Pai... Tu que salvas toda a gente... Até aquele bêbado imundo do Lázaro ressuscitaste... E agora isto... Não posso crer...

- (Aquele-que-não-tem-nome) - Ânimo Júnior! Não disseste um dia que gostavas de ter conhecido o Moisés? Ele está excitadíssimo com a tua vinda... Não fala noutra coisa! E isto cá por cima não é assim tão mau...

- (J.C) - (Suspiro) Duvido... Agora fumava era um cigarrinho mas estes pregos não ajudam nada...

- (Aquele-que-não-tem-nome) - É o preço da fama, Júnior!

- (J.C) - Mas eu nem queria nada disto... Só queria casar... Ter uma casinha nos arredores de Jerusalém... Filhos... Um trabalho honesto... Enfim...

- (Aquele-que-não-tem-nome) - Lamento mas tem de ser assim, Júnior! Até já escolhi um título porreiro para esta cegada toda: “A Bíblia”! Que te parece?

- (J.C) - Hmmm... Muito Comercial...

Tuesday, January 31, 2006

Guess who? 5


Bem difícil esta, de nível 5.

Sunday, January 29, 2006

Que cena branca é esta a cair do céu?


É verdade! Está a nevar em Lisboa!
Este post serve apenas para assinalar esse momento mágico que, segundo rezam as crónicas, havia acontecido pela última vez a 3 de Fevereiro de 1957...
Lindo!

Desculpem lá... (Agora em versão censurada)


Eu tentei evitar mas não consegui...

Guess who? 4

Mais uma perguntinha para 400 pontitos:

"By the way, didn’t I break your heart?

Please excuse me, I never meant to break your heart
So sorry, I never meant to break your heart
But you broke mine"

Saturday, January 28, 2006

Contracções musculares involuntárias e dolorosas...

Cãibras, para quem nunca teve uma, ou não sabe o que é, posso desde já adiantar que é uma contracção involuntária do tecido muscular bastante dolorosa. Ontem ao deslocar-me para casa, em plena Av. das Forças Armadas congestionada até mais não, com aqueles "sôfregos" colados à traseira do carro ( a Av. ainda é um bocado inclinada... não que eu tenha algum problema com ponto de embraiagem etc... mas por vezes só apetece deixar descair contra o espertinho atrás ). De qq maneira, estava eu no meio do dito trânsito.. quando de repente, me dá uma contracção involuntária do tecido muscular no pé, ora... com 50/50 de hipóteses para não ser o pé esquerdo, aquele que controla a embraiagem etc... foi mesmo nesse. Quem já sofreu deste mal... sabe que a melhor coisa a fazer nestes casos é esticar o músculo para aliviar a dor... a questão é como esticar o pé que controla o suave arranque do carro?... pois, digamos que não foi uma "easy ride"... acelerei com o meu pé "bom" para retirar o outro o mais rápido possível daquela posição... e andei nisto a subida inteira... é seguro dizer que passado o primeiro arranque o espertinho já não se colou, visto que devo ter queimado borracha e tudo. A última vez que isto me tinha acontecido, foi precisamente neste pé... e estava a tentar estacionar, tendo sido mais forte a contracção, o carro foi abaixo e ouvi fortes buzinadelas... felizmente desta vez consegui controlar mais ou menos. Porque é que isto nunca me acontece num sítio onde não tenha de utilizar a embraiagem... estilo auto-estrada?

Não vale a pena chorar sobre leite derramado...

Na sequência do banho de leite com Capuccino que o meu PC portátil levou há 2 dias atrás, podem apontar-se as seguintes vantagens:

- Posso passar mais tempo a fazer outras coisas que não agarrado àquilo
- Permite fazer-se piadas do género "Epá, Bruno, o teu computador tem 1 Giga derrame, não é?" (Obrigado, Vugri. Muito bom!)
- Permite um gajo ficar a saber qual o aspecto dum PC portátil por dentro
- Permite um gajo ficar a conhecer-se melhor, nomeadamente as reacções em situações de crise
- Permite sentir um agradável aroma adocicado a café imediatamente a seguir a abrir a tampa
- Permite efectuar actividades lúdicas várias (montar puzzles com o teclado, separar parafusos, etc.)
- De repente, fiquei com uma bandeja extremamente original e bonita


And so on...

Guess who? 3

Um pouco mais difícil agora, e antes que perguntem quero esclarecer que sim, faz mesmo parte da letra, não é um agradecimento a meio de um concerto, e é isso mesmo que destaca esta parte da letra.

"It’s wonderful to be here,
It’s certainly a thrill.
You’re such a lovely audience,
We’d like to take you home with us,
We’d love to take you home."

Friday, January 27, 2006

Guess who? 2

A minha última questão de hoje...


Quem é?

Guess who?

Depois da pergunta introdutória, segue a primeira pergunta a pontuar:


Quem é?

Euro 2008

Para quem não saiba, foi hoje o sorteio para os grupos de apuramento do Euro 2008, a realizar na Austria e na Suiça.
Portugal é o cabeça de série do grupo composto por Polónia, Sérvia e Montenegro, Bélgica, Finlândia, Arménia, Azerbeijão e Kazaquistão.