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Wednesday, September 16, 2009

RIP, Bodhisattva


Wednesday, September 09, 2009

Ide ver isto, ide!

Friday, December 26, 2008

Um lusco-fusco de filme…


Infelizmente, lusco-fusco aqui não tem o mesmo significado que no sketch dos Gato Fedorento, não “são só 5/7 minutos, mas muito intensos”…
“Twilight” prometia muito. Um filme baseado num bestseller sobre a relação entre uma mortal (aqui interpretada por Kristen Stewart - tinha estado bem melhor em "Panic Room") e um vampiro (Robert Pattinson), um tema que é bem do meu agrado. Por outro lado, bem que podia ter estado com mais atenção a todos os pormenores que apontavam para o pior. Desde a realizadora (Catherine Hardwicke) mais habituada a ser Production Designer (e mesmo aí sem obra de maior) e muitos actores desconhecidos ao facto de o filme estar a ser um êxito de bilheteira (tendo em conta a premissa, costuma ser mau sinal).
Acontece que o filme é tão fraquinho que nem sequer tenho muitas palavras para o descrever… Actuações medianas, argumento que parece ter sido escrito por um miúdo de 5 anos, efeitos especiais que são tão nitidamente feitos por computador que quase dá para ver o nome do software... Uma desgraça total, até para filme de sábado à tarde é fraquinho…

My name is Bond...


Daniel Craig retoma o papel de James Bond neste “Quantum of Solace”, uma continuação do anterior “Casino Royale” (podem ver a minha opinião sobre esse aqui). O filme começa mesmo onde o outro terminou, pelo que podem mesmo ser considerado como uma única história, aquela que nos conta como é que um agente secreto acabado de ser promovido à categoria de “00” se transforma no mais eficaz, letal e famoso empregado “ao serviço de Sua Majestade”, perdendo pelo caminho a pessoa que ama e ao mesmo tempo criando uma barreira emocional que o transforma numa pessoa solitária e com dificuldade em estabelecer ligações (curiosamente, é nestes filmes que uma das mais antigas é estabelecida, a proveitosa amizade com Felix Leiter, o agente da CIA).
Aquilo que mais me agradou nos dois últimos Bonds foi o retomar de um argumento mais complexo, mais cuidado e ao mesmo tempo mais realista. Depois de uma fase muito fantasista (o período Pierce Brosnan), vemos um Bond mais duro, menos tecnológico e menos playboy gozão (mas sem largar as suas bondgirls). Muito contribuiu para isso que os produtores tivessem contratado argumentistas de renome (Paul Haggis como o destaque). Inclusivamente esta história tem muito mais para lá de uma primeira leitura. Se gostam da fase Brosnan, talvez não sejam muito admiradores destes.
Por falar em bondgirls, Olga Kurylenko foge aqui ao padrão e é, na minha opinião, um dos pontos fracos do filme, com uma interpretação apenas razoável, em que até consegue “escapar” a Bond – bondgirl que se preze não pode deixar de, digamos, levar a bond-marca (embora obviamente ele não deixe de deixar a sua marca em alguém no filme).
Resumindo, é um filme com boas interpretações (Craig definitivamente resulta como Bond e Mathieu Amalric é uma agradável surpresa), com um bom argumento e com bastante acção (realista), começando logo pela primeira sequência, uma perseguição à antiga, fazendo lembrar os primeiros filmes.

Monday, January 07, 2008

It's coming!

**RETIRADO POR EXCESSO DE SOM!!**

Thursday, May 03, 2007

Uma grande música + um grande filme =


don't look, don't look, the shadows breathe
whispering me away from you
don't wake at night to watch her sleep
you know that you will always see
this trembling, adored, toussled bird-mad girl

every night i burn, every night i call your name
every night i burn, every night i fall again

don't talk of love 'cause shadows blur
murmuring me away from you
don't talk of worlds that never were
the end is always ever true
there's nothing you can ever say
nothing you can ever do

still every night i burn, every night i scream your name
every night i burn, every night the dream's the same
every night i burn, waiting for my only friend
every night i burn, waiting for the world to end

just paint your face and shadow smile
slipping me away from you
oh it doesn't matter how you hide
find you if we're wanting to
so slide back down and close your eyes
sleep awhile - you must be tired

when every night i burn, every night i call your name
every night i burn, every night i fall again
every night i burn, scream the animal screams
every night i burn, dream the crow black dream
dream the crow black dream
Still every night I burn, every night I scream your name.
Every night I burn, every night the dream's the same.
Every night I burn, screaming the animal scream
Every night I burn, dreaming the crow-black dream. yeah, yeah
Dreaming the crow-black dream...
(The Cure)

Monday, March 05, 2007

Mais um grande momento de cinema.

Elizabethtown (2005)
Estive a rever ontem. Infelizmente, o momento é longo demais para o colocar aqui em video, mas fica o texto principal.

The route of Claire's map... with accompanying music and detailed instructions... would take 42 hours... and 11 minutes.
"Turn on ignition."
"Begin your journey and do not skip ahead."

She had laid out the entire road trip... and timed it to music she herself had put on CDs. The songs, of course, were classic mix tape songs. About her, of course. And the rich flurry of our almost romance.
(...)
And just around the corner, the Lorraine Motel. The hotel balcony where Martin Luther King drew his last breath. His death was only the beginning of his victory.
You go across the bridge traversing Mark Twain's muse... Jeff Buckley's funeral bed... as the night air whips through your hair, around your face, and out the other window. You can feel the soul of that dark water even as you arrive on the other side.
(...)
Here you have reached a fork in the map. You can go to your car and the rest of the directions will take you home.
Or...
Look for a girl in a red hat who's waiting for you with an alternate plan.
(...)
No true fiasco ever began as a quest for mere adequacy.
A motto of the British Special Service Air Force is:
"Those who risk, win."
A single green vine shoot is able to grow through cement.
The Pacific Northwestern salmon beats itself bloody on its quest to travel hundreds of miles upstream against the current with a single purpose.
Sex, of course. But also... life.

Thursday, February 22, 2007

Grandes Momentos do Cinema XIII

O que se verificou mais difícil, nesta maravilhosa obra-prima de Roberto Benigni, foi encontrar a cena certa para colocar aqui.
Mas, bem vistas as coisas, só podia ser mesmo esta (confesso que se não a encontrasse não poria aqui o filme).
Cá estão le regole del gioco.


La vita è bella (1997)

Monday, February 19, 2007

Finalmente!

Vai ser a 27 de Julho!
Isto!

Tuesday, February 13, 2007

Grandes Momentos do Cinema XII

Este filme tinha presença obrigatória. Não só por ser uma obra-prima de um dos grandes mestres do cinema, quem sabe o seu maior contador de histórias, como também pelo simbolismo que tem. Escolhi esta cena, entre outros motivos, porque foi a escolhida para o logotipo da Amblin Entertainment, uma das maiores produtoras de filmes e que foi fundada por Spielberg, de onde sairam filmes como a trilogia Back To The Future, Schindler's List, os Gremlins ou Who Framed Roger Rabbit.

E.T. - The Extra-Terrestrial (1982)

P.S. - Este post é especialmente dedicado à minha irmã.

Friday, February 09, 2007

Grandes Momentos do Cinema XI

Talvez o facto deste filme estar aqui se deva em parte ao tê-lo revisto ontem... O que é verdade é que ninguém lhe fica indiferente. Um autêntico poema!


Magnolia (1999)

Wednesday, February 07, 2007

Grandes Momentos do Cinema X

Já sei que vou receber algumas críticas por colocar aqui esta cena, mas eu acho que também é um marco no cinema, num dos filmes mais mediáticos dos anos 80. Tom Cruise no papel que o elevou ao estrelato.
Acho esta cena excelente, e é talvez a única que tenho de memória...

Top Gun (1986)

Grandes Momentos do Cinema IX

Esta pequena cena, deste extraordinário filme com uma das melhores interpretações de sempre, já se tornou cliché...


Taxi Driver (1976)

Sunday, February 04, 2007

Grandes Momentos do Cinema VIII

Este era o momento que eu queria colocar aqui no post VII, mas como não tinha encontrado... Após uma pesquisa exaustiva, acabei por encontrar aquele que é para mim o melhor momento de outro dos meus filmes preferidos. Reparem no detalhe do som das rodas do triciclo, ora normal ora abafado. Um aparente pormenor que vem dar uma muito maior profundidade dramática à cena. Foi até hoje o filme de suspense/terror que mais ansiedade me conseguiu criar, muito por conta de cenas como esta. Para os que não se recordem, é no final de um destes corredores que estão as míticas gémeas...

The Shining (1980)

Friday, February 02, 2007

Grandes Momentos do Cinema VII

Concordo plenamente com o bU na analogia que fez entre o Pulp Fiction e os Nirvana, pois ambos representaram uma ruptura na forma de encarar cada uma das suas artes. Mas no seguimento dessa mesma analogia, tenho de colocar a seguinte cena no mesmo patamar de um Carl Cox, pelo que este fez na massificação da música electrónica, tal como o filme em causa deu uso aos efeitos especiais enquanto meio para dar consistência a um argumento profundo e que lança muitas questões:

The Matrix (1999)

Grandes Momentos do Cinema VI

Costumo dizer que este filme é os Nirvana do cinema. Nada mais foi igual desde então.

Obviamente que, para a cena escolhida, pesou o facto de estar presente o famosíssimo Ezekiel 25:17 (que alguém que eu conheço sabe de cor).



Pulp Fiction (1994)

Thursday, February 01, 2007

Grandes Momentos do Cinema V

Porque as comédias também têm valor:

Big (1988)

Wednesday, January 31, 2007

Grandes Momentos do Cinema IV

Uma obra prima de Sergio Leone. O Western Spaghetti no seu auge. E aquela música de Ennio Morricone... Absolutamente fabulosa!
Nesta cena (uma das melhores do filme), Tuco procura a campa de Arch Stanton onde supostamente estará enterrado o saco de ouro em redor do qual gira toda a acção.



Il Buono, il brutto, il cattivo (1966)

Grandes Momentos do Cinema III

*******Este post contém SPOILERS*******
Depois do bU ter feito menção ao seu filme preferido e ao mesmo tempo ao meu filme preferido, tirando-me a oportunidade de aqui colocar um excerto (e que seria exactamente o mesmo), passo então para o segundo filme na minha lista de preferência.
Foi com "The Usual Suspects" que Bryan Singer apareceu na ribalta, e desde aí sou fã dos seus filmes e da sua forma de realizar. Reparem na brilhante montagem de toda a cena, que em conjunto com as interpretações (silenciosas) de Chazz Palminteri e, principalmente, de Kevin Spacey (também aqui pela primeira vez a mostrar o seu valor, que chegou para um Óscar de melhor actor secundário), nos deixa sem fôlego.

Aviso a quem nunca viu este filme: VEJAM!!! Agora mais a sério, se nunca o viram, não vejam este clip pois contém informação que retira toda a piada ao mesmo (embora seja exactamente o seu melhor momento).

The Usual Suspects (1995)

Não resisto a deixar aqui também a cena inicial do filme, a famosa "line-up" onde os personagens se conhecem, uma cena bem divertida e onde os risos dos actores (segundo o making of) são espontâneos.

Tuesday, January 30, 2007

Grandes Momentos do Cinema II

Antes de mais devo dizer que fiquei indeciso acerca de qual das 27465 cenas deste filme é que deveria colocar aqui visto ser este o meu filme favorito de sempre.

Como se torna suspeito falar das coisas de que mais gostamos remeto-me ao silêncio e deixo-vos apenas esta pérola.



The Shawshank redemption (1994)