I pack my case, I check my face
I look a little bit older
I look a little bit colder
One deep breath, one big step
I move a little bit closer
I move a little bit closer
For reasons unknown
I caught my stride, I flew in a flight
I know if destiny's kind
I've got the rest on my mind
but my heart, it don't beat, it don't beat the way it used to
and my eyes, they don't see you no more
and my lips, they don't kiss, they don't kiss the way they used to
and my eyes don't recognize you no more
For reasons unknown
For reasons unknown
There was an open chair
We sat down in the open chair
I've said if destiny's kind
I've got the rest on my mind
but my heart it don't beat, it don't beat the way it used to
and my eyes they don't see you no more
and my lips they don't kiss, they dont kiss the way they used to
and my eyes don't recognize you at all
For reasons unknown
For reasons unknown
I said my heart it don't beat, it don't beat the way it used to
and my eyes don't recognize you no more
and my lips they don't kiss, they don't kiss the way they used to
and my eyes don't recognize you no more
For reasons unknown
For reasons unknown
For reasons unknown
For reasons unknown
"For reasons unknown", The Killers
Wednesday, February 27, 2008
For reasons unknown
Monday, January 07, 2008
Monday, December 24, 2007
FINALMENTE!!!!
Sei que é véspera de Natal e que não devia andar pela net, mas num momento em que recordávamos séries antigas (nomeadamente dos anos 80), consegui encontrar algo que procurava há anos!
Sempre que, juntamente com amigos, se falava em desenhos animados de quando éramos pequenos, surgiam-me imagens difusas de uma série de carros que falavam e viviam em pequenas grutas. Nunca conseguia explicar o suficiente para que outros conseguissem entender de que falava. Depois de anos a tentar descobrir, cheguei a pensar que era apenas fruto da minha imaginação.
MAS NÃO!!!
Aqui está a prova:
O País dos Rodinhas!!!!!!!
Monday, December 17, 2007
Perfeito!
What Dream Theater album are you? created with QuizFarm.com | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| You scored as Metropolis Pt.2: Scenes From a Memory You are Metropolis Pt.2: Scenes From a Memory! You continue on from the song Metropolis - Part 1 'The Miracle And The Sleeper' from the Images and Words album. Only you don't do it with one song or two... You follow it up with a whole concept album. You will encompass a wide variety of emotions and contain very clever lyrics. Your heart warming story manages to include technical flurries, heavy riffs and all of the trademarks of Dream Theater whilst staying with the plot. You are one of Dream Theater's best albums.
|
Wednesday, December 12, 2007
Friday, November 23, 2007
Thursday, November 08, 2007
Sporting - 2, Roma - 2
Entrada fulgurante dos Italianos. Um grande golo logo a abrir o jogo.
Reacção leonina quase imediata. Um golo pouco depois. Exibição de gala. Romanos vulgarizados. Só se joga num meio campo. O segundo golo surgiu de forma natural a meio da segunda parte. Mesmo depois disso a equipa Romana nunca se acercou da baliza contrária.
Último minuto. Livre para a Roma ainda longe da baliza do Sporting. Remate forte. Polga (que rubricou exibição fenomenal) mete a cabeça à bola e golo.
E eis que, de repente, os oitavos de final se transformam numa miragem...
É por isto que eu sou do Sporting.
Ser do Sporting é assim. É um estado de espírito.
Monday, October 22, 2007

Alguém dizia noutro dia que tinha saudades dos Radiohead antigos.
Sendo que Radiohead é a minha banda favorita em actividade (aquilo que os Pixies andam a fazer não pode ser considerado "actividade"), sinto-me compelido a escrever qualquer coisinha sobre o assunto.
Antes de mais há que constatar algo: os Radiohead são, neste momento (e já de há uns anos para cá), uma banda completamente endeusada por fãs e crítica especializada (algo bastante raro na história do Rock - normalmente quando o público gosta, a crítica não gosta e vice-versa). Como li há uns tempos já não sei onde, são a pequena maior banda do mundo. Não há hoje em dia publicação que não diga maravilhas da obra de Thom Yorke e companhia. Dos fãs então nem se fala: salas continuamente esgotadas em poucas horas, milhões de álbuns vendidos, milhares e milhares de T-shirts encomendadas online, etc. Os Radiohead nunca se renderam à megalomania de outras grandes bandas (que dão super concertos e gastam milhões em produção e vídeos), não falam nem expõem absolutamente nada acerca da vida pessoal de cada um mas, no entanto, todo o Universo sustém a respiração antes de cada novo álbum...
Qual é o segredo?
O primeiro álbum ("Pablo Honey") vendeu razoalvemente bem (muito por culpa do hino "Creep") o que levou imediatamente muita gente nesta altura a colar à banda o rótulo de "one hit band".
O segundo álbum ("The Bends") teve já uma aceitação muito aceitável por público e crítica, tendo sido unanimemente considerado um dos melhores desse ano. Aparentemente a fórmula estava encontrada: a voz de Yorke a soar melhor que nunca em canções simples e ultra melodiosas. Naturalmente (e quase imediatamente) os clones começaram a surgir. Muitas bandas começaram a sair das garagens e a assinar contratos discográficos usando fórmulas e registos vocais muito parecidos. Se nesta altura do campeonato os Radiohead não tivessem alterado nada, neste momento seriam apenas mais uma dessas boas bandas. Teriam certamente continuado a vender bem (o seu pioneirismo não seria decerto esquecido) e teriam todos muito dinheiro e sexo e fama e tudo. E as coisas acabariam bem para todos.
Eis então que os senhores de Oxfordshire fizeram "OK Computer".
Sobre este álbum já tudo foi dito e não vale a pena dizer mais nada. Torna-se num dos álbuns mais marcantes da década de 90 e faz a banda destacar-se ainda mais de tudo o resto. Finalmente o reconhecimento global e unânime era atingido e a banda fez recair sobre ela os olhares daqueles que até aí tinham andado distraídos. Mas quem eram aqueles gajos, afinal?
Com o estatuto de génios já adquirido e o seu estilo já completamente demarcada parecia que agora é que era. A fórmula era esta!
Mas, mais uma vez, Thom Yorke decidiu que não era bem assim. A música electrónica (até aí apenas levemente presente em "OK Computer") torna-se numa obsessão e, quase de uma assentada, surgem "Kid A" e "Amnesiac".
Apesar do romper quase a 100% com as origens, ambos os álbuns instalaram-se confortavelmente no 1º lugar dos tops de vendas de vários países espalhados por todo o mundo. Uns amaram, outros odiaram. Uns diziam que era arte pura, outros diziam que aquilo já não era Radiohead, que era esquisito demais. Mas ninguém lhes ficava indiferente. Afinal, apesar da maior parte das canções serem bizarras e quase totalmente electrónicas, quem é que podia ficar indiferente a temas como "Everything in Its Right Place", "Idioteque", "Pyramid Song" ou "Life in a Glasshouse"?
Dois anos volvidos e o equilíbrio parece ter sido encontrado com "Hail to the Thief". Mais músicas fabulosas num misto (de proporções quase iguais desta vez) de electrónica e guitarras. Seria este o amadurecer da banda? Estaria agora finalmente encontrada o canal através do qual Mr. Yorke comunica com as restantes pessoas? Eu pessoalmente estava convencido que sim.
Quando soube que este último álbum ia sair fartei-me de matutar acerca de como seriam as suas texturas e as suas formas.
Escusado será dizer que me saiu tudo ao lado.
Não vou dizer que adorei "In Rainbows" da primeira que o ouvi. Confesso que o achei esquisito e difícil de digerir. Como uma iguaria estranha que nunca se provou.
Mas, mais uma vez, Thom Yorke está à minha (nossa) frente. A inovação aqui assentou essencialmente nos formatos das músicas. Para quê refrões? Para as músicas entrarem mais facilmente nos ouvidos das pessoas? Para quê? Se tiverem de entrar entram e se não tiverem de entrar não entram. Não é esse o objectivo dos refrões na música popular? Um pedaço da canção que se repete de tempos a tempos e cujo objectivo é fazer com que mais facilmente nos lembremos dela?
Só posso dizer que neste momento estou absolutamente viciado e ainda não consegui ouvir mais nada desde que o álbum saiu. Parece que, contariando o senso comum, as canções ao não obedecer aos formatos padrão se tornam menos vulneráveis.
Em suma, brilhante!
Quanto à apreciação individual de cada uma das canções, nunca conseguiria fazê-la tão bem quanto esta.
E nem vou agora abordar a forma como este álbum foi editado. Até aí a inovação está presente. Sobre isso também já muito foi dito. Será tema para outro post um dias destes.
Voltando à ideia inicial que me fez escrever isto, aquilo que torna os Radiohead na tal pequena maior banda do mundo é justamente a capacidade de se reiventarem a cada momento. De surpreenderem. De nunca pensarem que encontraram a pedra filosofal. Do bom senso e da humildade de toda a banda em deixar sobressair o génio musical e as paranóias de Thom Yorke. De furarem através do mainstream com coisas tão pouco mainstream (pelo menos até à altura em que são editadas). E sempre nunca descurando aquilo que no fundo é o âmago da sua existência: as canções.
Eu não tenho saudades dos Radiohead antigos. Quando tenho saudades de ouvir "The Bends" ouço "The Bends". Como posso eu ter saudades sabendo aquilo que teria perdido se as coisas tivessem continuado sempre iguais?
Wednesday, October 03, 2007
Porque há histórias boas demais para não serem contadas
Recebi há umas semanas por correio uma convocatória para estar presente hoje no Departamento de Investigação Criminal da PSP. Como não referia nenhum motivo, fiquei curioso. Não me queixei de ninguém nem fui testemunha de nada logo, por exclusão de partes, só podia ser uma queixa que alguém fez de mim.
Chegando lá, depois de estar meia-hora numa sala de espera, chamaram-me para um gabinete onde me sentei frente-a-frente com uma inspectora de ar simpático que não era mais velha que eu. Mostrou-se bastante acessível e sempre na brincadeira com bocas do género "hoje já não sai daqui", "este aqui na foto do BI não é você, pois não?" ou "é melhor telefonar já ao seu advogado". Depois de me tentar fazer adivinhar porque razão eu estava ali (sem sucesso, claro) lá disparou:
- Então e meter gasolina sem pagar? Alguma vez fez isso?
(Pois... Estava-se a ver... Mais cedo ou mais tarde lá teria de acontecer...)
- Bem, julgo que não... Mas não lhe consigo dar certezas... Eu sou um bocado distraído, sabe? Já efectuei pré-pagamentos e depois saí sem abastecer... Já me esqueci de tampões de depósito em postos de abastecimento... Coisas assim... Esquecer-me de pagar é uma possibilidade que eu até admito que tenha acontecido.
- Pois... Estou a ver...
- Tem piada que a primeira coisa que minha mulher me disse quando lhe contei que recebi esta convocatória foi "Ah, isso? Deves ter-te esquecido de pagar um abastecimento qualquer!".
- Ah foi? Tem piada, isso... Parece que ela o conhece bem, hã?
- É...
Disse-me então logo a seguir a Inspectora que a situação terá acontecido no dia 24 de Junho numa bomba de gasolina na Charneca da Caparica. Pareceu-me plausível. Era Domingo e eu quando vou para a praia meto-me sempre ali pelo meio da Charneca. E lembro-me de ter abastecido para essas bandas pelo menos duas vezes durante este Verão.
Mostrou-me ainda uma foto sacada de uma daquelas câmaras de vigilância onde se vê claramente a parte da frente frente do meu (presumível) carro ostentando a minha matrícula. Às tantas perguntei-lhe:
- Então e diga-me cá: suponho que o abastecimento tenha sido de 20 euros, certo?
- Errado... Tenho aqui a cópia da factura. Foram 30 e muitos litros de combustível o que dá 39 euros e qualquer coisa.
- Ah, então olhe que não fui eu.
- Não? Porquê?
- Porque eu tenho a mania de abastecer sempre com 20 euros (salvo raras excepções em que meto 10 euros ou que atesto o depósito).
- Pois, mas isso agora é o que você diz... Como é que eu sei se isso é verdade?
- Pois, isso agora acho que já é mais a sua área... Mas olhe, já agora... A senhor disse "30 e muitos litros de combustível o que dá 39 euros e qualquer coisa"?
- Exacto.
Pedi-lhe para ver a factura. Ela deu-ma. Não consegui evitar rir-me.
- Olhe, agora já posso garantir-lhe que não fui eu.
- Então?
- É que o combustível abastecido foi gasóleo. Se eu tivesse posto isso no meu carro não tinha saído de lá. O meu carro é a gasolina.
- Ah... Estou a ver... Bem, sendo assim arquiva-se já o caso. Foi matrícula falsa. É muito comum hoje em dia em bombas de gasolina e portagens. Tem aí o livrete para comprovar que o carro é a gasolina?
- Tenho, sim senhora.
Dei-lhe o documento e ela saiu da sala para tirar uma fotocópia. Não demorou mais que dois minutos a regressar. Mas sempre deu para pensar um bocadinho...
- Obrigado, senhor Bruno e tenha uma boa tarde. Peço desculpa pela maçada mas sabe como é...
- Mas olhe lá... Essa história é estranha. Não me parece que seja matrícula falsa.
- Não? Então porquê?
- Porque essa geração de Hondas Civic que está na foto não tem versões a gasóleo.
- Não tem? Tem a certeza?
- Não, não tem... Eu tenho um. Conheço as motorizações.
- Então é esquisito...
- Pois... A única forma disto tudo bater certo era eu ter abastecido para dentro de um reservatório qualquer guardado na mala do carro...
- Desculpe???
- Sim, não quer dizer que o abastecimento tivesse de ser feito para o depósito do automóvel. Podia ser para outro reservatório qualquer.
- Pois... Suponho que sim... Então mas nesse caso não posso arquivar isto...
- Exactamente... Podia muito bem ter sido eu... Isso do motor a gasolina não prova nada!
- Mas espere lá! Então mas o senhor está-me a dar argumentos para não arquivar isto e continuar a tê-lo como suspeito?
- Eu já lhe disse que não fui eu. Agora já só estava mesmo a constatar o óbvio.
Eu acho que a esta altura a jovem já não sabia bem o que é que havia de fazer. Às tantas levantou-se e entrou no gabinete em frente ao dela. Cinco minutos de conversa depois lá voltou.
- Senhor Bruno...
- Diga, diga...
- Então, se bem entendi, este carro nunca poderia ter abastecido gasóleo, certo? Independentemente de ser o seu carro ou não.
- Exacto!
- Então mas o que é que o senhor acha que aconteceu?
- Das duas uma, ou tiraram a foto ao carro errado e nesse caso esse é mesmo o meu carro ou então tiraram a foto ao carro certo com matrícula falsa e o gasóleo foi levado sabe-se lá onde... Mas eu ia mais pela primeira.
- Bem, mas diga-me cá: não foi você, pois não?
- Não fui eu, não.
- Pronto. Arquiva-se na mesma. Deixe-me que lhe diga que já levo uns anos disto e o senhor foi o único suspeito até hoje que, deliberadamente, se incriminou a ele próprio.
- Então mas isto funciona assim? Eu chego aqui, digo que não fui eu e a polícia acredita e arquiva o processo? Eu julguei que as coisas não funcionavam bem assim. Julguei que a palavra do acusado não era assim tão tida em conta.
- Sabe que isto também nos ensinam a confiar no instinto.
- Pois... Estou a ver...
- Desculpe lá a maçada mais uma vez e boa tarde.
- Adeusinho...
E pronto. Foi isto. Assim sem se perceber bem porquê este processo foi arquivado com o motivo "matrícula falsa". Pensando bem, é reconfortante saber que, no que concerne à polícia, existe um outro Honda Civic igualzinho ao meu com a matrícula falsa a circular por aí. Amanhã vou para a Figueira da Foz e acho que vou abastecer e sair sem pagar. Ah! E vou passar na via verde sem ser aderente, também! E quando me convocarem outra vez basta dizer:
- Então mas os senhores têm um processo arquivado com a informação de que existe um carro igual ao meu com a matrícula falsa e ainda me andam a chatear com isto? Descubram mas é quem é o bandido, pá!
Thursday, September 20, 2007
Nunca mais é terça-feira...
King Of Pain
There's a little black spot on the sun today
It's the same old thing as yesterday
There's a black hat caught in a high tree top
There's a flag-pole rag and the wind won't stop
I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain
There's a little black spot on the sun today
(That`s my soul up there)
It's the same old thing as yesterday
(That`s my soul up there)
That's a black hat caught in a high tree top
(There`s my soul up there)
There's a flag-pole rag and the wind won't stop
(That`s my soul up there)
I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain
There's a fossil that's trapped in a high cliff wall
(That`s my soul up there)
There's a dead salmon frozen in a waterfall
(That`s my soul up there)
There's a blue whale beached by a spring tide's ebb
(That`s my soul up there)
There's a butterfly trapped in a spider's web
(That`s my soul up there)
I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain
There's a king on a throne with his eyes torn out
There's a blind man looking for a shadow of doubt
There's a rich man sleeping on a golden bed
There's a skeleton choking on a crust of bread
King of pain
There's a red fox torn by a huntsman's pack
(That`s my soul up there)
There's a black-winged gull with a broken back
(That`s my soul up there)
There's a little black spot on the sun today
It's the same old thing as yesterday
I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running 'round my brain
I guess I'm always hoping that you'll end this reign
But it's my destiny to be the king of pain
king of pain
king of pain
king of pain
I'll always be king of pain
I'll always be king of pain
I'll always be king of pain
I'll always be king of pain
I'll always be king of pain . . .
(The Police)
Thursday, September 13, 2007
Assim sim...
Reconheço como uma falha grave não ter conhecimento deste video antes. Encontrei-o no blog do Bruno Nogueira e desde logo fiquei abismado. Trata-se do discurso de John Cleese no funeral de Graham Chapman, membro falecido dos Monty Python (e curiosamente um dos autores do "Dead Parrot Sketch", referência maior para o nome deste blogue).
Sou conhecido pela minha posição digamos que... controversa em relação a funerais. Não vou, não concordo, não gosto... Ou, nas palavras uma boa amiga: "I don't do funerals".
A discussão podia ser longa e por isso fica para outra altura, mas apenas digo isto:
Nunca vi nenhum tão próximo daquilo que é a minha posição sobre isso, fossem sempre assim e certamente estaria lá.
Friday, September 07, 2007
Unfinished Sympathy
I know that I've been mad in love before
And how it could be with you
Really hurt me baby, really cut me baby
How can you have a day without a night
You're the book that I have opened
And now I've got to know much more
The curiousness of your potential kiss
Has got my mind and body aching
Really hurt me baby, really cut me baby
How can you have a day without a night
You're the book that I have opened
And now I've got to know much more
Like a soul without a mind
In a body without a heart
I'm missing every part
(Massive Attack)
É já a 17 de Setembro, pela 3ª vez... :)
Thursday, August 16, 2007
Monday, July 30, 2007
Friday, July 20, 2007
A ouvir
O meu último vício musical (para além dos abaixo citados Arcade Fire)
é bem português e dá pelo nome de Linda Martini.
Sugiro a todos que escutem músicas como a "Lição de vôo nº 1" ou "Amor Combate" e percebam todo o potencial desta banda que já editou um álbum chamado "Olhos de Mongol" e que esteve presente nas duas últimas edições do SuperBock SuperRock.
Podem também ouvi-los aqui, ou ver as datas dos próximos concertos deles. Há um já amanhã em Lisboa, eu deverei estar lá.
Monday, July 09, 2007
Thursday, July 05, 2007
Arcade Fire ou A Vida Como Ela Deve Ser
Nem mesmo quem esteve no dia 3 de Julho no Super Bock Super Rock pode conseguir explicar o que foi Arcade Fire. Digamos que eu já vou a concertos há alguns aninhos e nunca tinha visto um público (e não, não eram só meia dúzia de fãs lá à frente) a trautearem o "olê olá" de quase todas as músicas depois da banda acabar de tocá-las.
Acho que a empatia que esta banda consegue criar com o seu público pode ser descrita neste pequeno episódio: em Maio último, Arcade Fire tocou no United Palace Theater em Nova Iorque. Na última música (Wake Up) o público quebrou a barreira de segurança e invadiu o palco para celebrar o momento com a banda - que acabou por tocar a música até ao fim. (!!!)
Fica o vídeo gravado no telemóvel de um fã.
Monday, May 14, 2007
A crença aumenta...
FC Porto (29 Jogos, 66 Pontos)
Sporting (29 Jogos, 65 Pontos)
Benfica (29 Jogos, 64 Pontos)
