Porque até os grandes se reconhecem uns aos outros...
Wednesday, November 25, 2009
Wednesday, December 03, 2008
Sunday, October 12, 2008
7 Maravilhas
Respondendo ao desafio feito pelo grande Lobístico no 100 sentimentos, aqui ficam as músicas que mais me marcaram por todas e nenhumas razões em especial...
Como (também) não poderia deixar de ser, "The King" teria sempre de figurar em primeiro lugar nesta lista. Pelos verões passados na terra dos meus avós com o meu irmão, por ter sido a minha primeira referência musical e por ainda hoje não me fartar de o ouvir (como é que é possível?). Não consigo associar nenhuma música a nenhum momento particular mas sim a todos. Não marcou um momento, marcou uma era na minha vida.
Adorava esta música. Costumava pô-la a tocar na aparelhagem da sala mas, mal sentia o meu pai, desligava-a porque ele normalmente queria ver televisão quando chegava. Nesse dia (talvez por estar mais alto que o normal) não o ouvi entrar em casa e, quando entrou na sala, deu-me o beijo da praxe, sentou-se e ficou ali, com a televisão desligada, sem dizer mais nada até a música acabar...
O primeiro vinil que comprei sozinho na vida. Lembro-me de me terem oferecido um cheque-disco e, depois de passar uma tarde inteira na loja a ouvir álbuns, ter optado por este. Hoje escolheria exactamente o mesmo.
Conheci esta música em casa do meu tio (que foi a primeira pessoa que conheci a ter um leitor de CD) e nunca conseguia evitar ouvi-la pelo menos cinco ou seis vezes seguidas em repeat enfiado nuns auscultadores gigantes. Associo-a a tempos felizes... Àquela altura em que a família estava completa, era harmoniosa e ainda se juntava em almoçaradas...
O meu acordar definitivo. Os Pixies ensinaram-me que não há limites para o que a música pode ser e significar. Lembro-me de ouvir esta música pela primeira vez no meu quarto depois de comprar o Doolittle e pensar: "É isto..."
Ouve um dia em particular no Gerês em que, ao som de Sublime, tive finalmente a certeza de que estava contente por estar vivo. Foi também ao som desta música que, num certo fim-de-ano, se despedaçou completamente uma certa cama que não aguentou levar com meia dúzia de gajos em cima aos saltos. E diz quem esteve lá que isso não foi suficiente para a guitarra parar de tocar...
O Bradley Nowell ensinou-me que nada é para levar muito a sério e que o principal para se fazer boa música é e será sempre talento.
A única música que faz jus a esta lista. Aquela que está aqui apenas por si só e pelo que significou para mim naquele momento.
Obrigado ao Lobístico por esta oportunidade que me proporcionou de viajar dentro do baú das recordações. E houve tantas que ficaram de fora...
Monday, December 24, 2007
FINALMENTE!!!!
Sei que é véspera de Natal e que não devia andar pela net, mas num momento em que recordávamos séries antigas (nomeadamente dos anos 80), consegui encontrar algo que procurava há anos!
Sempre que, juntamente com amigos, se falava em desenhos animados de quando éramos pequenos, surgiam-me imagens difusas de uma série de carros que falavam e viviam em pequenas grutas. Nunca conseguia explicar o suficiente para que outros conseguissem entender de que falava. Depois de anos a tentar descobrir, cheguei a pensar que era apenas fruto da minha imaginação.
MAS NÃO!!!
Aqui está a prova:
O País dos Rodinhas!!!!!!!
Wednesday, December 12, 2007
Friday, November 23, 2007
Thursday, September 13, 2007
Assim sim...
Reconheço como uma falha grave não ter conhecimento deste video antes. Encontrei-o no blog do Bruno Nogueira e desde logo fiquei abismado. Trata-se do discurso de John Cleese no funeral de Graham Chapman, membro falecido dos Monty Python (e curiosamente um dos autores do "Dead Parrot Sketch", referência maior para o nome deste blogue).
Sou conhecido pela minha posição digamos que... controversa em relação a funerais. Não vou, não concordo, não gosto... Ou, nas palavras uma boa amiga: "I don't do funerals".
A discussão podia ser longa e por isso fica para outra altura, mas apenas digo isto:
Nunca vi nenhum tão próximo daquilo que é a minha posição sobre isso, fossem sempre assim e certamente estaria lá.
Thursday, August 16, 2007
Monday, July 30, 2007
Thursday, July 05, 2007
Arcade Fire ou A Vida Como Ela Deve Ser
Nem mesmo quem esteve no dia 3 de Julho no Super Bock Super Rock pode conseguir explicar o que foi Arcade Fire. Digamos que eu já vou a concertos há alguns aninhos e nunca tinha visto um público (e não, não eram só meia dúzia de fãs lá à frente) a trautearem o "olê olá" de quase todas as músicas depois da banda acabar de tocá-las.
Acho que a empatia que esta banda consegue criar com o seu público pode ser descrita neste pequeno episódio: em Maio último, Arcade Fire tocou no United Palace Theater em Nova Iorque. Na última música (Wake Up) o público quebrou a barreira de segurança e invadiu o palco para celebrar o momento com a banda - que acabou por tocar a música até ao fim. (!!!)
Fica o vídeo gravado no telemóvel de um fã.
Monday, May 07, 2007
Tuesday, April 24, 2007
Friday, April 20, 2007
Coincidências...
Ambos são argentinos;
Ambos são canhotos;
Ambos têm características físicas que desaconselhavam a escolha do futebol como profissão;
Ambos apareceram muito novos no futebol ao mais alto nível;
Ambos vestiram a camisola do Barcelona (um ainda a veste);
Ambos são geniais;
Ambos protagonizaram momentos únicos no futebol, no topo dos quais está um muito parecido: